A perda de urina feminina deve ser classificada clinicamente como incontinência urinária e deve ser diferenciada quanto à sua causa antes de ser administrado um tratamento sintomático e causal. A incontinência urinária pode ser causada por diferentes tipos e causas, a saber: 1. incontinência de urgência: frequentemente causada por infecções do tracto urinário, requerendo a aplicação de antibióticos para tratamento anti-inflamatório; 2. incontinência de esforço: é uma condição comum em mulheres de meia-idade e idosas, manifestando-se principalmente quando a pressão no abdómen aumenta, como tossir, rir, correr rapidamente, saltar à corda, etc. As perdas podem ser tratadas com terapia comportamental em casos ligeiros iniciais, ou seja Os casos ligeiros iniciais podem ser tratados com terapia comportamental, ou seja, exercícios frequentes de redução anal. Se o tratamento conservador não for eficaz, pode ser efectuada uma cirurgia. Actualmente, a cirurgia é, na sua maioria, minimamente invasiva e pode ser efectuada como uma suspensão sem tensão da parte média da uretra, o que é mais eficaz. 3. incontinência de enchimento: Para a incontinência de enchimento causada por doença cerebrovascular ou lesão do nervo central, é frequentemente necessário reter a uretra, efectuar cateterização ou uma cistostomia. Por conseguinte, a causa da incontinência feminina deve ser esclarecida antes do tratamento, sendo preferível dirigir-se a um serviço de urologia de um hospital regular para efectuar um diagnóstico e, se necessário, um exame urodinâmico, etc.