A anestesia refere-se principalmente a medicamentos anestésicos, cujos efeitos não se esgotam, e as reacções correspondentes do doente estão relacionadas com o modo de anestesia. A anestesia pode ser classificada em anestesia local e anestesia geral, combinando a forma como o medicamento é administrado e a necessidade de cirurgia. Se for utilizada anestesia local e o efeito dos fármacos anestésicos não tiver diminuído, as principais manifestações são a dismenorreia na zona anestesiada e a perda temporária de sensibilidade. Por exemplo, se for utilizada anestesia epidural, a doente não consegue, normalmente, mover os membros inferiores sozinha. Se for utilizada anestesia geral, o doente pode ficar num estado de consciência turva e incapaz de mover o corpo de forma autónoma. Durante o processo de atenuação dos efeitos dos fármacos anestésicos, os médicos têm de observar atentamente as condições básicas dos doentes, ajustar atempadamente a situação dos fármacos e promover a continuação do metabolismo dos fármacos anestésicos para que tenham alta. Com a recuperação gradual da consciência e das funções corporais do doente, em combinação com a situação cirúrgica, orientar o doente para a reabilitação pós-operatória. Tomando como exemplo a cirurgia de apendicite, o efeito dos fármacos anestésicos desaparece basicamente cerca de 6 a 8 horas após a cirurgia. A fim de promover a recuperação do peristaltismo gastrointestinal e reduzir as aderências intestinais abdominais, os doentes serão encorajados a levantar-se do chão o mais cedo possível.