Geralmente, a melhor idade para a amigdalectomia é após os 4 anos de idade, mas a intervenção cirúrgica pode ser efectuada o mais cedo possível se houver indicação para cirurgia. Como órgão imunitário, as amígdalas têm as suas próprias funções fisiológicas. Especialmente nas crianças, as amígdalas têm um papel protetor importante para o organismo. A remoção arbitrária das amígdalas resulta na perda da resposta imunitária local e até em perturbações da vigilância imunitária. Por isso, as indicações devem ser rigorosamente controladas. A amigdalectomia é geralmente efectuada sob anestesia geral e, devido a considerações de segurança anestésica, recomenda-se que a amigdalectomia seja realizada após os 4 anos de idade, quando o risco anestésico é reduzido em comparação com o das crianças mais novas. No entanto, a idade não é uma contraindicação absoluta para a amigdalectomia. Se as amígdalas aumentadas causarem sintomas óbvios (por exemplo, ressonar, respiração de boca aberta, otite média, má alimentação, corrimento nasal crónico, etc.), ou afectarem a vida diária da criança e a medicação for ineficaz, a intervenção cirúrgica pode ser realizada o mais rapidamente possível. Se a criança for diagnosticada com amígdalas aumentadas, recomenda-se que procure ativamente aconselhamento médico junto de um médico especialista, que fará uma avaliação exaustiva do estado do doente e do seu estado físico e dará conselhos sobre a necessidade ou não de cirurgia, e receberá tratamento normalizado.