O tratamento da gastrite erosiva baseia-se na supressão de ácidos e na proteção da mucosa gástrica, não sendo normalmente necessária a estreptomicina; se combinada com infeção bacteriana e outras condições, a estreptomicina pode ser tomada.
Se os doentes com gastrite celíaca estiverem associados a uma infeção por Helicobacter pylori, o plano de tratamento comum é a terapia medicamentosa quádrupla, ou seja, 2 antibióticos combinados com 1 inibidor da bomba de protões e 1 agente de bismuto. Os antibióticos mais utilizados são a claritromicina, a amoxicilina, o metronidazol, a furazolidona, a levofloxacina e outros fármacos. Os medicamentos devem ser aplicados de forma racional, de acordo com o aconselhamento médico.
A estreptomicina é um medicamento antibacteriano comum na prática clínica, utilizado principalmente na infeção por Mycobacterium tuberculosis. A estreptomicina também pode ser utilizada em combinação com outros fármacos antibacterianos para o tratamento da peste, brucelose, febre da mordedura do rato, granuloma inguinal, etc. Também pode ser utilizada em combinação com penicilina e ampicilina para a endocardite causada por Streptococcus grass-green.
A gastrite celíaca, se associada a infecções bacterianas, exige a escolha de antibióticos segundo a prescrição do médico.