Na prática clínica, a cirurgia da sela vazia não é uma craniotomia, mas um procedimento minimamente invasivo chamado abordagem pterigóide transnasal à área da sela. A proporção de doentes que são submetidos a cirurgia para esta doença é relativamente pequena, sendo mais provável que sejam tratados sintomaticamente com medicação oral. Se for necessária cirurgia, é importante preparar-se para a possibilidade de hemorragia cerebral, infecção intracraniana, fuga de líquido cefalorraquidiano e outras reacções adversas.