O d-dímero humano normal é inferior a 200 microgramas/litro, o d-dímero da gravidez será elevado para o normal 2-3 vezes, e o d-dímero plasmático das mulheres grávidas mede 4400 microgramas/litro, elevado para o normal cerca de dez vezes, pelo que esta situação é muito anormal, devendo ser atempadamente objeto de cuidados médicos. Os níveis elevados de d-dímero indicam a presença de hipercoagulabilidade e de hiperfibrinólise secundária no organismo, o que é importante para o diagnóstico, a avaliação da eficácia e o prognóstico das doenças trombóticas. O sangue das mulheres grávidas já se encontra num estado de hipercoagulabilidade durante a gravidez, e uma elevação de 2-3 vezes é normalmente aceitável. No entanto, se a elevação for grande, como cerca de dez vezes, a situação deve ser levada a sério, porque o d-dímero extremamente elevado num estado de hipercoagulabilidade pode afetar a implantação do saco gestacional ou o fluxo sanguíneo, que por sua vez afecta o fornecimento de sangue ao feto. O tratamento com injeção de heparina sódica é necessário como opção, sob supervisão médica. Quando as anomalias acima referidas ocorrem na clínica, deve procurar-se uma consulta atempada e um tratamento ativo para evitar o atraso da doença.