Os doentes com cataratas congénitas que não apresentem quaisquer sintomas podem ser acompanhados de perto sem intervenção. As cataratas congénitas são causadas principalmente por factores genéticos e ambientais, tais como mutação genética, infeção intra-uterina durante a gravidez da mãe, exposição a substâncias tóxicas e radioactivas durante a gravidez da mãe, etc. A ocorrência ou não de sintomas está relacionada com a doença. A catarata congénita ligeira é apenas uma turvação pontual no interior do cristalino, normalmente assintomática, não afecta a visão e não requer tratamento; basta uma observação atenta das alterações da doença. Em alguns casos, a turvação do cristalino pode piorar com a idade e, se afetar a visão, pode ser tratada cirurgicamente. As cataratas congénitas graves afectam o desenvolvimento visual e podem formar ambliopia. Uma vez detectadas, a cirurgia deve ser realizada o mais rapidamente possível e, após a cirurgia, deve ser ministrado um treino de ambliopia para melhorar a visão da criança. Mesmo que não existam sintomas, as cataratas congénitas devem ser revistas regularmente e tratadas com cirurgia, se necessário, para evitar um maior agravamento.