A atresia biliar é a causa mais comum de iterícia persistente em recém-nascidos e pode ser observada na ecografia. A atresia biliar pode estar associada a malformações congénitas do desenvolvimento, a anomalias cromossómicas, a infecções virais, a reacções inflamatórias, etc. É constituída por três tipos: o tipo I é a atresia de colédoco, o tipo II é a atresia hepatocolestática e o tipo III é a atresia biliar da porta hepática, que se manifesta principalmente por iterícia, desnutrição e displasia e hepatoesplenomegalia. O diagnóstico diferencial pode ser feito por ecografia, colangiopancreatografia por ressonância magnética (CPRM), colangiopancreatografia retrógrada transendoscópica (CPRE) e a ecografia a cores pode revelar atresia biliar. A cirurgia é o único tratamento para pacientes com atresia biliar, que deve ser realizada dois meses após o nascimento para recém-nascidos, e atenção diária à dieta, evitando alimentos picantes e estimulantes, repouso e exercício físico adequado.