O metabolismo dos ácidos gordos trans é idêntico ao metabolismo dos ácidos gordos comuns, existindo vias metabólicas como a gordura sintética e o fornecimento de energia oxidativa. 1) Gordura sintética: depois de absorvidos, os ácidos gordos trans podem reagir com triglicéridos nos intestinos, nas células do fígado e no sangue para sintetizar triglicéridos, ou seja, gorduras, o que aumentará o nível de lipoproteínas de baixa densidade (LDL) no sangue e causará hiperlipidemia. Além disso, acelera a síntese do colesterol no organismo, provocando a longo prazo a aterosclerose. 2. fornecimento de energia oxidativa: os ácidos gordos trans podem ser activados por β-oxidação para fornecimento de energia. No entanto, uma vez que este processo danifica o sistema cardiovascular, não é recomendada a utilização de ácidos gordos trans como substâncias de fornecimento de energia. Para além de danificarem o sistema cardiovascular, os AGT também aceleram a produção de colesterol no organismo e os lípidos no sangue aumentam rapidamente, levando à esclerose vascular. O consumo a longo prazo de alimentos que contêm ácidos gordos trans pode facilmente levar à hipertensão, diabetes e outras doenças crónicas. Recomenda-se uma dieta ligeira e, quando é detectada hiperlipidemia, recomenda-se que se dirija ao hospital e receba atempadamente tratamento hipolipemiante sob a orientação de um médico.