O enfarte cerebral ainda é curável depois de se ter perdido o tempo de reanimação de 6 horas, e pode ser tratado com terapia endovascular. Terapia trombolítica intravenosa: É necessária uma terapia trombolítica intravenosa precoce após o enfarte cerebral, que pode ser utilizada no prazo de 4,5 horas após o início da doença com alteplase e, em alguns casos, no prazo de 6 horas após o início da doença com uroquinase. Tratamento endovascular: Abre os vasos sanguíneos ocluídos através de métodos intra-arteriais, como a trombólise com fármacos, a fragmentação mecânica do trombo, a colocação de stents e a extração mecânica do trombo. Os requisitos de tempo para a terapia endovascular são relativamente flexíveis. Circulação anterior: terapêutica endovascular no prazo de 6-8 horas após o início do tratamento; nos doentes com AVC progressivo, o tratamento pode ser alargado até 16-24 horas após o início do tratamento, sob a orientação de exames imagiológicos, conforme adequado; circulação posterior: pode ser alargado até 24 horas após o início do tratamento. Salvar o tecido cerebral na área isquémica e evitar lesões cerebrais primárias são os objectivos fundamentais do tratamento do enfarte cerebral. Por conseguinte, quando ocorre um enfarte cerebral, o doente deve ser transportado para o hospital em primeira instância para ganhar tempo valioso para o tratamento do doente, a fim de evitar a ocorrência de complicações graves e melhorar a sua qualidade de vida.