É necessário administrar imunoglobulina para a pneumonia leucémica?

A imunoglobulina não é obrigatória para os doentes com leucemia e pneumonia combinada, e a adequação da imunoglobulina deve ser considerada no contexto da situação de cada um. A imunoglobulina é sobretudo adequada para a imunodeficiência humoral primária, a neuropatia motora multifocal, a leucemia linfocítica crónica, a trombocitopenia imune, a doença de Kawasaki, a polineuropatia desmielinizante inflamatória crónica, etc. Por conseguinte, se tiver leucemia linfocítica crónica acompanhada de pneumonia, pode considerar a imunoglobulina para tratamento. Ao mesmo tempo, a imunoglobulina tem alguns efeitos secundários, tais como trombose, insuficiência renal, insuficiência renal aguda, nefropatia osmótica, dor, náuseas, febre, suores, taquicardia, alergia, etc. Por conseguinte, é importante ter em conta a sua própria situação e pesar os prós e os contras antes da utilização. São proibidas as insuficiências hepática e renal graves e os doentes alérgicos ao produto. Os doentes com leucemia combinada com pneumonia, antes de injectarem imunoglobulina, devem consultar cuidadosamente o médico, sob a orientação do médico, em combinação com as suas próprias condições, escolher o plano de tratamento adequado, não necessariamente injectando imunoglobulina.