A excisão cirúrgica total de um astrocitoma de grau II no lobo frontal é grave?

A remoção cirúrgica total de um astrocitoma de grau II do lobo frontal é uma situação mais grave. Se o tumor puder ser completamente removido, é melhor recuperar bem após a cirurgia.
O astrocitoma é um tumor maligno cerebral comum, o astrocitoma de grau I-II é menos maligno do que o de grau III~ e tem um melhor prognóstico. Após o aparecimento de astrocitoma de grau II no lobo frontal, o resultado é melhor se puder ser totalmente excisado cirurgicamente. Isto deve-se ao facto de alguns astrocitomas, localizados profundamente no cérebro, serem simplesmente inoperáveis.
No entanto, durante a cirurgia intracraniana, existe o risco de danificar a neurovascularização circundante, pelo que a situação é ainda mais grave. Além disso, também é possível que o doente seja mais velho, tenha mais doenças crónicas comórbidas e esteja em pior estado de saúde, pelo que, mesmo que a cirurgia seja mais bem sucedida, o estado pode ser agravado por outras comorbilidades. Se não for possível remover completamente o tumor por cirurgia, pode ser necessária uma combinação de radioterapia e quimioterapia.
Embora o astrocitoma do lobo frontal de grau II seja uma doença mais grave, tem mais hipóteses de ser curada com um tratamento abrangente, precoce e regular.