A exatidão do ADN refere-se geralmente à exatidão dos testes de ADN não invasivos. A sua taxa de exatidão é geralmente superior a 96%. O teste de ADN não invasivo é utilizado para analisar e determinar se um feto tem alguma das três principais anomalias cromossómicas, através da colheita de sangue venoso da mãe e da sequenciação do ADN fetal livre no plasma materno, utilizando a tecnologia de sequenciação do ADN. A sua exatidão não é geralmente garantida a 100%, mas pode atingir cerca de 96% ou mais. As principais razões pelas quais o teste de ADN não invasivo não consegue atingir 100% podem dever-se ao facto de o teste ser realizado demasiado cedo ou de a mulher grávida ter excesso de peso, bem como à presença de doenças da gravidez, etc., que podem fazer com que a concentração de ADN fetal livre no plasma diminua ou aumente, resultando na incapacidade de o isolar com precisão e afectando a sua exatidão. No entanto, os resultados dos testes de ADN não invasivos são geralmente bons. Se, após o teste, persistirem dúvidas, pode ser efectuada uma nova amniocentese, sob a orientação de um médico, para garantir a sua exatidão.