A epinefrina e a norepinefrina pertencem ao mesmo grupo de catecolaminas, mas a diferença na estrutura química é que a norepinefrina não tem um grupo metilo no átomo N, o que leva à diferença nos efeitos farmacológicos entre as duas.
A norepinefrina tem um forte efeito no agonismo dos receptores α, não é selectiva para os receptores α1 e α2 e tem um efeito mais fraco nos receptores β1 cardíacos, induzindo principalmente a contração do músculo liso vascular, que é mais evidente nos vasos da pele e das mucosas, seguido dos vasos sanguíneos renais, e aumenta a pressão arterial.
A adrenalina é um agonista dos receptores α e β, que pode atuar nos receptores α1 do músculo liso vascular para provocar vasoconstrição (principalmente na pele, nas mucosas e nos vasos sanguíneos renais); pode também agonizar os receptores β2 para provocar vasodilatação (principalmente no músculo esquelético, no fígado e nos vasos sanguíneos coronários); e pode também atuar nos receptores β do miocárdio, no nódulo sinoatrial e no sistema de condução para aumentar a contração do miocárdio, aumentar a frequência cardíaca, acelerar a condução e aumentar o débito cardíaco.
A epinefrina e a norepinefrina devem ser utilizadas sob controlo médico.