Pode-se comer ostras com epilepsia?

As pessoas com epilepsia podem comer ostras, mas com moderação. As ostras são muito ricas em zinco, que é um oligoelemento essencial e pode ser consumido de forma adequada. No entanto, a medição clínica da concentração de zinco no sangue de doentes com epilepsia revelou que esta é significativamente mais elevada do que a de pessoas normais. Isto sugere que a ocorrência de epilepsia e de convulsões está relacionada com o aumento do teor de zinco, pelo que não se recomenda o consumo excessivo de ostras, para não induzir epilepsia devido ao aumento do teor de zinco. Além disso, a ingestão excessiva de ostras pode desencadear reacções alérgicas nos seres humanos, resultando em borbulhas e eritema localizados ou generalizados, o que é perigoso para a saúde. Por conseguinte, não é recomendável que as pessoas com epilepsia comam ostras em excesso. Para além da importância do tratamento com fármacos antiepilépticos, os doentes com epilepsia devem prestar mais atenção a uma dieta leve na vida quotidiana, devem comer o menos possível ou não comer alimentos ricos em zinco, devem também evitar alguns alimentos estimulantes, como o café, o chá forte, o álcool, etc., e, ao mesmo tempo, devem evitar conduzir, evitar trabalhar em alturas, para reduzir os riscos. Se os sintomas de epilepsia provocarem convulsões, deve ser enviado ao médico para tratamento.