A fibrose intersticial refere-se geralmente à fibrose pulmonar, com a sobrevivência do doente a variar entre meses e décadas. A fibrose pulmonar é uma manifestação terminal de uma variedade de doenças pulmonares intersticiais. Se o doente estiver na fase de exacerbação aguda, o prognóstico é geralmente mau, com uma sobrevivência média de vários meses. Se o estado do doente for ligeiro e se este colaborar ativamente com os médicos, a sobrevivência média é normalmente de décadas ou até mais. As principais razões que afectam o prognóstico dos doentes com fibrose pulmonar são a dispneia e a diminuição da função pulmonar. Para os doentes com fibrose pulmonar, a hipóxia pode ser melhorada através da inalação de oxigénio por máscara, ventilação mecânica, etc., e podem ser utilizados fármacos antifibróticos, como a pirfenidona e o nidazepam, conforme prescrito pelo médico. Os doentes com doença grave devem cooperar com os médicos para se submeterem a um transplante pulmonar e, após a operação, devem também cooperar com os médicos para efectuarem um treino de reabilitação pulmonar. Recomenda-se que os doentes com fibrose pulmonar cooperem ativamente com os médicos, a fim de controlar a progressão da doença e prolongar o período de sobrevivência. Os doentes devem prestar atenção ao repouso, evitar o exercício extenuante e o excesso de esforço, e abrir as janelas para apanhar ar fresco.