1. gânglios linfáticos no pescoço ou região supraclavicular, ou gânglios linfáticos na axila que são gradualmente aumentados e não se sentem dolorosos (excepto para os gânglios linfáticos dolorosos depois de beber álcool). 2. linfoma da faringe: dificuldade de engolir, congestão nasal, hemorragia, gânglios linfáticos aumentados no pescoço e debaixo da mandíbula. 3. linfoma do peito: tosse, aperto no peito, falta de ar, etc. 4. linfoma gastrintestinal: dor abdominal, diarreia, sensação de um caroço no abdómen. 5. sintomas sistémicos: febre inexplicável, suores nocturnos, perda de peso, prurido. A comunidade médica actual classifica normalmente os linfomas em fases I-IV: Fase I – lesões limitadas a uma área de gânglios linfáticos (I) ou um órgão extra- linfático está localmente envolvido pela lesão (IE). Fase II – 2 ou mais áreas de gânglios linfáticos (II), ou envolvimento limitado de um órgão que não seja um gânglio linfático e mais de 1 área de gânglios linfáticos ipsilateral ao septo transversal (II), ou envolvimento limitado de um órgão que não seja um gânglio linfático e mais de 1 área de gânglios linfáticos ipsilateral ao septo transversal (IIE). Etapa III – A linfadenopatia está presente nas frases inferior e inferior do septo transversal (III). Pode ser acompanhado por um envolvimento esplénico (IIISE). Etapa IV – Invasão generalizada ou onda de 3 estrelas de 1 ou mais órgãos para além dos gânglios linfáticos, acompanhada de ampliação preferencialmente desacompanhada dos gânglios linfáticos. Fase IV – aumento dos gânglios linfáticos no fígado ou na medula óssea, desde que o fígado ou a medula óssea estejam envolvidos na lesão.