Não existe uma regulamentação clínica sobre o nível de maturidade da placenta em que um bebé pode nascer, pelo que o médico deve fazer um julgamento exaustivo sobre o momento do parto de acordo com as circunstâncias específicas da gravidez.
A maturidade da placenta divide-se em quatro graus: grau 0, grau 1, grau 2 e grau 3. O grau 1 indica que a placenta está basicamente madura, o grau 2 indica que a placenta está madura e o grau 3 indica que a placenta está a começar a envelhecer. A placenta de grau 3 indica a presença de calcificação e de depósitos fibrosos, o que leva a uma diminuição da capacidade da placenta para transportar oxigénio e nutrientes, pelo que o feto está por vezes em risco.
É necessário um julgamento abrangente para determinar quando uma mulher grávida pode ser fisiológica, e a maturidade da placenta é apenas um dos factores que afectam o parto, não o fator decisivo.
Durante a gravidez, é necessário efetuar exames obstétricos regulares, controlar regularmente a maturidade da placenta, o crescimento e o desenvolvimento do feto, etc., de acordo com os resultados do exame para decidir de forma abrangente quando pode dar à luz.