O adenocarcinoma in situ do pulmão pode recidivar e metastizar após a cirurgia?

A taxa de sobrevivência de cinco anos do adenocarcinoma in situ do pulmão é elevada, podendo atingir os 100%, mas a possibilidade de recorrência e de metástases não pode ser excluída. 1. residual pós-operatório: O adenocarcinoma in situ do pulmão é tratado principalmente por cirurgia, que deve remover ao máximo as lesões tumorais, mas a possibilidade de células tumorais residuais, que podem existir em vasos linfáticos ou vasos sanguíneos, não pode ser descartada, e lesões residuais podem recorrer ou metastatizar. 2. ambiente interno: a melhoria do ambiente interno do organismo do doente após o tratamento também afecta a recorrência e a metástase do tumor; se não for melhorado, as células tumorais podem continuar a reproduzir-se e a crescer, recorrendo assim a recidivas ou metástases. Recomenda-se que os doentes com adenocarcinoma in situ sejam submetidos a uma revisão pós-operatória regular e a um exame físico atempado para verificar se existe algum novo tumor nos pulmões.