A RMN do cérebro permite visualizar a glândula pituitária. A RMN do cérebro tem uma elevada capacidade de discriminação dos tecidos moles e pode ser utilizada clinicamente para o exame de doenças cerebrovasculares, tumores intracranianos, infecções intracranianas, etc. A RMN consegue ver a glândula pituitária. A RMN consegue principalmente fazer com que um determinado tecido e parte do corpo humano ressoem no espaço de um forte campo magnético, de modo a que os núcleos de hidrogénio desordenados se organizem de acordo com a direção do campo magnético externo. Este é depois convertido em informação de imagem de RMN através de técnicas de reconstrução digital, que podem ser utilizadas para diagnosticar perturbações da hipófise. As contra-indicações para a RM incluem a instalação de pacemakers, corpos metálicos estranhos no corpo, doentes em estado crítico com risco de vida e doentes com claustrofobia. A decisão clínica de efetuar ou não uma RMN baseia-se no estado do doente e sob a orientação do médico.