A análise do sangue do doente com proteína de Golgi de 217ng/mlb não permite ter a certeza de que se trata de cancro do fígado, sendo necessário efetuar um exame patológico adicional para confirmar as lesões hepáticas do doente. A proteína de Golgi é um marcador sérico com maior sensibilidade e especificidade, que constitui um importante indicador de lesões em doentes com doença hepática, podendo prever antecipadamente as possibilidades de os doentes hepáticos se transformarem em cancro do fígado e procurar oportunidades de tratamento para bloquear as lesões cancerosas. Além disso, é também uma das bases para os médicos profissionais iniciarem o tratamento de doentes com doença hepática grave, proporcionando uma melhor base para ajustar o plano de tratamento dos doentes com cancro do fígado. Quando a análise ao sangue do doente revela que a proteína de Golgi é superior a 73 ng/ml, este deve dirigir-se ao hospital o mais rapidamente possível para um diagnóstico pormenorizado, como a ecografia ou o exame de TC do abdómen superior e outros exames patológicos, a fim de diagnosticar as lesões hepáticas do doente. Se for diagnosticado cancro do fígado, este deve ser tratado o mais cedo possível para evitar atrasar a doença e causar danos graves ao organismo.