As cápsulas de duloxetina e os comprimidos com revestimento entérico são basicamente os mesmos, com os mesmos ingredientes do medicamento, mas com formas de dosagem diferentes. A duloxetina é um inibidor da recaptação da norepinefrina e da 5-hidroxitriptamina e é normalmente utilizada no tratamento da depressão. Os efeitos adversos comuns incluem náuseas, boca seca, obstipação, diminuição do apetite, fadiga, sonolência, aumento da transpiração, urgência urinária e lesão hepática. As contra-indicações incluem hipersensibilidade ao produto, glaucoma de ângulo estreito e é contraindicado em combinação com inibidores da monoamina oxidase. Não há grande diferença entre as cápsulas de duloxetina e os comprimidos com revestimento entérico, a composição do medicamento é a mesma e o efeito terapêutico é mais ou menos o mesmo, apenas a forma de dosagem é diferente. Os comprimidos com revestimento entérico são uma película protetora no exterior do medicamento para reduzir a estimulação da mucosa gástrica, geralmente absorvida no trato intestinal; as cápsulas são acondicionadas numa cápsula para proteger a mucosa gástrica da estimulação, geralmente também absorvida no trato intestinal, e podem esconder o sabor do medicamento, sendo mais fáceis de engolir. Os comprimidos e as cápsulas com revestimento entérico de duloxetina devem ser seleccionados para utilização sob a orientação de um médico, não devendo ser escolhidos e tomados por conta própria.