Quando uma doença hepática de qualquer tipo está avançada e com risco de vida, é utilizado um procedimento cirúrgico para remover o fígado doente, que perdeu a sua função, e depois implantar um fígado saudável e viável no corpo para salvar a vida do paciente, um processo conhecido como transplante de fígado. O transplante do fígado é uma técnica importante no tratamento de doenças hepáticas em fase terminal e pode dar aos doentes com doenças hepáticas avançadas uma nova oportunidade de vida numa situação desesperada. Em princípio, o transplante pode ser considerado para todas as doenças hepáticas agudas ou crónicas que não podem ser curadas por outros métodos médicos e cirúrgicos e onde não se espera que a morte seja evitada a curto prazo (6-12 meses).