Os anticorpos monoclonais podem ser geralmente utilizados no tratamento da síndrome nefrótica. A aplicação de anticorpos monoclonais anti-CD20 pode inibir a proliferação e a diferenciação das células B e reduzir o número de células B, bem como a síntese de auto-anticorpos, reduzindo assim os danos imunitários causados ao rim pelos complexos imunitários. Atualmente, os anticorpos monoclonais são recomendados para o tratamento da nefropatia membranosa com risco de progressão da doença ou incapacidade de remissão/recidiva após tratamento com outros agentes imunossupressores, síndrome nefrótica frequente recidivante ou hormono-dependente em crianças, nefropatia frequente recidivante/hormono-dependente com lesões microscópicas em adultos e glomeruloesclerose segmentar focal sensível aos glucocorticóides em adultos. Além disso, foi demonstrado que o anticorpo monoclonal anti-CD20 pode prever a recorrência da doença através da reconstituição das células B após a eliminação das células B. No entanto, muitas das opções de tratamento são ainda experimentais e não são aplicadas em grande escala. Se for diagnosticada a síndrome nefrótica, recomenda-se a consulta de um hospital regular o mais cedo possível para um tratamento normalizado, a fim de reduzir os efeitos adversos da doença.