A cirurgia de cimento ósseo apresenta riscos de fuga de cimento, danos nos tecidos periféricos e reação tóxica, mas geralmente o risco da cirurgia não é elevado e trata-se de uma cirurgia de rotina. 1) Fuga de cimento ósseo: Como o cimento ósseo se transforma em pasta após a dissolução, depois de injetado no osso humano, se houver um defeito ou fratura na parte de trás das vértebras, o cimento ósseo irá vazar ao longo da fissura, especialmente quando há um defeito na parte de trás das vértebras, o que pode levar à fuga de cimento ósseo para o canal vertebral, comprimindo a medula espinhal e as raízes nervosas e, em casos graves, pode levar à paralisia. 2. danos nos tecidos periféricos: como o cimento ósseo entra no osso humano através de punção, pode danificar o nervo e o vaso sanguíneo no processo de punção. 3. reação tóxica: a maior parte dos cimentos ósseos actuais são de polimetilmetacrilato, que liberta substâncias químicas e gera calor durante a solidificação no corpo. Estas substâncias químicas podem provocar uma queda súbita da pressão arterial do doente e, se a pressão arterial for demasiado baixa, podem ocorrer acidentes cardiovasculares e cerebrovasculares. Podem existir outros riscos associados à cirurgia de cimento ósseo, pelo que os doentes são aconselhados a dirigir-se a um hospital regular para evitar consequências adversas.