As perturbações menstruais inflamatórias pélvicas crónicas requerem antibióticos como a ceftriaxona sódica, o metronidazol, a doxiciclina e a levofloxacina.
A doença inflamatória pélvica crónica é uma doença infecciosa do trato reprodutor superior e as perturbações menstruais são um sintoma típico desta doença, que se pode manifestar por um aumento do fluxo menstrual e por um período menstrual prolongado. Normalmente, os doentes com doença inflamatória pélvica crónica precisam de tomar antibióticos como a ceftriaxona sódica e a cefotaxima sob supervisão médica. Se for para combater bactérias anaeróbias, os nitroimidazóis, como o metronidazol e o ornidazol, também devem ser tomados conforme prescrito pelo médico.
Se for para combater a Chlamydia trachomatis ou o Mycoplasma trachomatis, devem ser adicionados antibióticos como a doxiciclina, a minociclina, a levofloxacina, a azitromicina, etc., conforme prescrito. No entanto, nos casos em que a medicação é ineficaz e ocorrem infecções supurativas secundárias, é necessário considerar o tratamento cirúrgico, como a preservação da função ovárica e a anexectomia.
As doentes com doença inflamatória pélvica crónica e distúrbios menstruais são aconselhadas a dirigir-se atempadamente ao hospital, a reforçar a gestão da vida quotidiana e a fazer um acompanhamento regular.