O tratamento anti-alérgico divide-se em duas modalidades principais: o tratamento não específico e o tratamento específico, também conhecido por imunoterapia. Os tratamentos não específicos são os medicamentos habitualmente utilizados, incluindo três que podem ser aplicados individualmente ou muitas vezes em combinação. A primeira categoria é a dos anti-histamínicos, também designados por antialérgicos, incluindo a clorfeniramina de primeira geração, etc., e a loratadina de segunda geração, etc., que são habitualmente aplicados em combinação, com os antialérgicos de segunda geração de manhã e os antialérgicos de primeira geração à noite. A segunda categoria é a dos medicamentos que melhoram a permeabilidade vascular, que podem ser a vitamina C, o cálcio intravenoso, a triclopidina, etc. A terceira categoria é a dos glucocorticóides, que inibem a resposta antigénio-anticorpo e reduzem a exsudação da inflamação. São exemplos a prednisona, a hidrocortisona, a dexametasona, etc. O tratamento específico é a imunoterapia, que consiste na utilização de quantidades gradualmente crescentes de extractos de alergénios aos quais o doente alérgico é repetidamente exposto, a fim de melhorar a tolerância ao alergénio e reduzir ou controlar os sintomas da alergia. Está principalmente indicada para doenças alérgicas com poucos alergénios e episódios temporais significativos, como a rinite alérgica e a asma brônquica.