As lesões isquémicas da substância branca cerebral não são geralmente curáveis.
A leucoencefalopatia isquémica refere-se geralmente à leucoencefalopatia isquémica, que é causada por um fornecimento insuficiente de sangue e oxigénio ao tecido cerebral, resultando na desmielinização das fibras nervosas na substância branca do cérebro. Os seus principais sintomas incluem deficiências motoras, sensoriais e cognitivas, ataxia (marcha instável, etc.), deficiências visuais, distúrbios urinários, disartria, etc.
Os doentes devem, em primeiro lugar, ser orientados para o tratamento do problema da isquémia no tecido cerebral, que é geralmente uma doença de aterosclerose, hipertensão, pequenas lesões arteriais e deficiências nutricionais. Por exemplo, se houver um acidente vascular cerebral, hipertensão, diabetes, hiperlipidemia, aterosclerose e outras doenças que danificam os vasos sanguíneos, cria-se um obstáculo ao fornecimento de sangue, o que provoca isquémia, hipoxia e alterações desmielinizantes nas fibras da substância branca cerebral, que necessitam de melhorar a circulação.
Quando a patologia das lesões isquémicas da substância branca cerebral aparece, é possível obter alguma melhoria com o tratamento, mas geralmente não é curável.
Uma vez diagnosticadas, as lesões isquémicas da substância branca cerebral devem ser tratadas de forma agressiva pelos médicos para que a cura seja a melhor possível.