É possível que uma mulher com epilepsia a transmita à geração seguinte, mas a probabilidade é relativamente baixa, e se a epilepsia for causada por factores adquiridos e outras condições, geralmente não é herdada. 1) Pode ser hereditária: estudos demonstraram que alguns genes estão relacionados com a epilepsia, e pode haver agregação familiar. Por exemplo, se os pais tiverem epilepsia e houver uma história familiar de epilepsia, a probabilidade de a transmitir à geração seguinte aumentará, mas a probabilidade é relativamente baixa. 2. não hereditária: se a epilepsia de uma mulher for causada por um traumatismo craniano, uma infeção intracraniana ou um acidente vascular cerebral, trata-se de uma epilepsia sintomática e não será transmitida à geração seguinte. As mulheres com epilepsia devem ser tratadas atempadamente e, se tiverem necessidade de engravidar, devem dirigir-se atempadamente a um hospital regular para uma avaliação exaustiva dos indicadores de gravidez e, em seguida, preparar-se para a gravidez sob a orientação do médico, de modo a evitar quaisquer consequências adversas.