O facto de uma pessoa infetada assintomática necessitar ou não de tratamento está relacionado com o tipo de agente patogénico com que está infetada e não pode ser generalizado. As infecções assintomáticas referem-se a portadores de agentes patogénicos que são produzidos e reproduzidos no corpo e que podem ser excretados do corpo, mas que não apresentam sintomas clínicos adequados. Entre as infecções assintomáticas mais comuns, como o novo coronavírus e os portadores do vírus da hepatite B, geralmente não é necessário tratamento especial, mas os doentes com hepatite viral C e SIDA, embora sejam infecções assintomáticas, continuam a necessitar de tratamento. As pessoas infectadas assintomáticas estão infectadas com bactérias, fungos, vírus e outros agentes patogénicos, e são portadoras de agentes patogénicos sem sintomas evidentes, mas são contagiosas. Por conseguinte, se se verificar que um doente sofre de uma infeção assintomática, não há necessidade de tratamento, mas deve ser isolado e colocado sob observação médica a tempo de evitar o contágio.