A doxorubicina pertence ao grupo das drogas teofilina, que pode actuar como broncodilatador inibindo a fosfodiesterase e promovendo a libertação de catecolaminas endógenas e outros mecanismos de acção. O uso específico da doxorubicina na forma oral é: geralmente 0,2-0,4g por dose oral, duas vezes por dia, durante cerca de 1 semana para observar o efeito, e considerar reduzir ou parar a dose após os sintomas terem diminuído, até um máximo de 2 semanas. Isto porque, por um lado, com uma utilização mais prolongada, o número de receptores que podem ser ligados no corpo diminui e o efeito diminui gradualmente. Por outro lado, a doxorubicina tem um efeito forte, o seu efeito broncodilatador é 10-15 vezes superior ao da aminofilina, e é uma droga de acção prolongada com uma longa duração de acção. O uso prolongado, especialmente a sobredosagem, é susceptível de se acumular no organismo e causar efeitos adversos graves, tais como palpitações, pânico, taquicardia, batimentos prematuros, náuseas e vómitos e outras reacções gastrointestinais. As indicações de doxorubicina devem, portanto, ser rigorosamente controladas, a duração da utilização deve ser controlada, e os efeitos adversos devem ser monitorizados de perto.