Os medicamentos de quimioterapia importados podem ter menos efeitos secundários do que os produzidos internamente. Em particular, os medicamentos de quimioterapia produzidos por pequenas empresas farmacêuticas nacionais podem não ser suficientemente puros, pelo que, para além de afectarem a eficácia dos medicamentos de quimioterapia, os doentes podem também ter mais efeitos secundários após a sua utilização. Em comparação com os medicamentos importados, estes são mais susceptíveis de causar efeitos secundários como alergias, reacções gastrointestinais e supressão da medula óssea. Por exemplo, a oxaliplatina importada é menos susceptível de provocar alergias. Por outro lado, a oxaliplatina nacional é mais susceptível de provocar reacções alérgicas nos doentes após a sua utilização. Se o medicamento de quimioterapia nacional for produzido por uma empresa farmacêutica nacional forte, os efeitos secundários do medicamento de quimioterapia podem não ser significativamente diferentes em comparação com o importado.