Nesta fase, os transplantes de córnea são basicamente retirados de córneas humanas, que são doadas por outras pessoas para transplante. Córneas artificiais: nesta fase, a investigação científica descobriu que é possível fabricar um dispositivo óptico especial, uma córnea artificial, a partir de um polímero médico transparente que, em teoria, pode ser implantado cirurgicamente no tecido da córnea para substituir parte do tecido cicatricial da córnea, restaurando assim a visão. No entanto, nesta fase, os resultados a longo prazo não são bons porque a rejeição do material sintético pelo tecido da córnea não está bem resolvida. Verificou-se que alguns tratamentos experimentais provocam fugas aquosas no interior do olho no local do enxerto e que a córnea artificial transplantada pode descolar-se, pelo que ainda não está amplamente disponível. Nesta fase, a tecnologia da córnea artificial ainda não está suficientemente madura para ser utilizada clinicamente.