As manifestações clínicas da síndrome de hiperestimulação ovárica incluem ovários aumentados, ascite, hidrotórax, edema dos tecidos e oligúria, que podem também ser acompanhados de falta de apetite, náuseas e vómitos. A síndrome de hiperestimulação ovárica é uma doença causada pela utilização de fármacos ovulatórios vasoactivos durante a reprodução assistida, que dilata os vasos sanguíneos em todo o corpo e provoca o extravasamento de fluido dos tecidos, resultando em hidrotórax, ascite, edema dos tecidos e oligúria, enquanto nos casos graves os ovários podem atingir 10 cm de tamanho. O tratamento deve ser interrompido, na medida do possível, e o médico tratará então a doente de forma sintomática para aliviar gradualmente os efeitos estimulantes da medicação. O tamanho dos ovários e o volume de líquido abdominal têm de ser monitorizados de perto durante o processo de promoção da ovulação para evitar a síndrome de hiperestimulação ovárica.