As convulsões que ocorrem na hemorragia cerebral devem-se principalmente à irritação sanguínea das meninges e de outros tecidos, ou à compressão do hematoma, que leva a um aumento da pressão craniana e a descargas anormais do tecido cerebral. Quando a quantidade de hemorragia cerebral é grande, o hematoma e o edema à volta do hematoma podem causar um efeito de ocupação, resultando num aumento da pressão craniana e em convulsões, que são geralmente comuns nas crises de grande mal. Além disso, durante uma hemorragia cerebral, o sangue pode irritar as meninges e outros tecidos, provocando descargas anormais no córtex cerebral e convulsões. As hemorragias nos lóbulos do cérebro são geralmente mais frequentes, especialmente nos lóbulos temporal, parietal e occipital. Quando uma hemorragia cerebral provoca sintomas de epilepsia, é importante procurar imediatamente assistência médica e tratamento sob a orientação de um profissional de saúde. Para controlar as convulsões e tratar a hemorragia cerebral, é necessário controlar a tensão arterial para evitar a hipertensão arterial, evitar a excitação emocional, o esforço, ficar acordado toda a noite e apanhar frio, e tomar medicamentos antiepilépticos conforme prescrito pelo médico.