A eficácia dos supositórios de mesalazina e das doses orais varia de pessoa para pessoa, e existem algumas diferenças entre os dois em termos da taxa de absorção do medicamento. Os supositórios de mesalazina são libertados principalmente na parte distal do trato intestinal e são pouco absorvidos sistemicamente, sendo normalmente absorvidos menos de 10% da dose. Os comprimidos com revestimento entérico de mesalazina começam a ser libertados após um atraso de 3 a 4 horas, e cerca de 75% da mesalazina chega ao cólon numa forma não metabolizada. Doentes diferentes utilizam medicamentos diferentes e os resultados variam de pessoa para pessoa, não sendo possível concluir qual é o melhor. Os supositórios de mesalazina são utilizados principalmente na colite ulcerosa, e alguns doentes podem também associá-los a comprimidos de mesalazina. Os supositórios de mesalazina estão em contacto direto com o tecido intestinal inflamado. A administração rectal está associada a irritação ligeira, como prurido, desconforto rectal e reacções adversas, como ondulação. Os comprimidos entéricos de mesalazina são normalmente utilizados nas exacerbações agudas da colite ulcerosa e da doença de Crohn. Após administração oral, é libertada no trato intestinal e actua principalmente a nível local na mucosa intestinal e nos tecidos submucosos. Podem ocorrer reacções adversas como diarreia, náuseas e tonturas. Devido às diferentes condições dos pacientes, o efeito do tratamento medicamentoso de cada paciente não é o mesmo, alguns pacientes usam efeito de supositório é óbvio, alguns pacientes usam efeito de medicação oral é óbvio, portanto, e não pode ser comparado, recomenda-se que os pacientes ou de acordo com as instruções do médico para medicação.