Um teste IgM positivo para o citomegalovírus após a gravidez significa que existe um risco elevado de infecção por citomegalovírus, o que pode causar malformações fetais. Contudo, se este é o caso, também é determinado em conjunto com o anticorpo IgG do citomegalovírus. Se ambos os anticorpos forem positivos, é provável que a infecção esteja presente, mas não é possível dizer se se trata de uma primeira infecção ou de uma infecção anterior, o que pode ser ainda confirmado pelo índice de afinidade do anticorpo IgG do citomegalovírus. Se o anticorpo IgG for negativo, o teste pode ser repetido após um período de tempo. Se o resultado da repetição do teste for positivo, indica uma primeira infecção pelo citomegalovírus, que é muito susceptível de causar malformações fetais. Se o anticorpo IgG ainda for negativo, o anticorpo IgM pode ser um falso positivo, que pode ser determinado por sintomas clínicos e pela quantificação do ADN do citomegalovírus. Se for uma primeira infecção, a probabilidade de malformação fetal é elevada e, na maioria dos casos, será recomendada a interrupção da gravidez, mas isto também depende da vontade da mãe. É também possível continuar a monitorizar o feto para detectar quaisquer malformações.