A ressonância magnética é relativamente mais precisa no exame das doenças renais, sendo capaz de observar imagens dos planos coronal, transversal e sagital dos rins, e mostrar a taxa de fluxo sanguíneo, a estrutura anatómica e a composição química dos rins. O âmbito e a natureza das lesões renais podem ser determinados de forma aproximada pela RM, mas algumas doenças renais, como a nefrite intersticial, não são normalmente examinadas por RM.
A ressonância magnética tem certas indicações para o exame de doenças renais, que incluem principalmente o exame de massa, o exame de infeção, o exame de traumatismo, a avaliação vascular, o exame de lesões parenquimatosas difusas e o exame de malformações.
A RM pode ser dividida em exame simples e exame melhorado, em que o exame melhorado requer a injeção de agente de contraste, que é tóxico para os túbulos renais, e o exame melhorado por RM não é geralmente recomendado para pessoas com nefrite intersticial e lesões tubulares renais.
A ressonância magnética é mais precisa para a maioria das doenças renais, mas para esclarecer melhor a causa da doença, com base neste exame, podem também ser realizados testes de função renal, ultrassonografia renal e patologia renal em conjunto com o exame.
Os doentes com insuficiência renal são aconselhados a consultar atempadamente os hospitais regulares e a melhorar os exames pertinentes sob a orientação dos médicos, a fim de esclarecer a sua situação e efetuar um tratamento específico.