As irregularidades ovulatórias podem ser entendidas clinicamente como: i. Disfunção ovulatória, onde não há ovulação propriamente dita. Neste caso, após a realização de exames laboratoriais para perceber a situação endócrina, perceber a função ovárica e perceber a situação do estradiol, pode ser administrada a promoção da ovulação para tratamento. No entanto, a promoção da ovulação deve ser efectuada sob a orientação de um médico, de modo a não causar hiperestimulação ovárica, ou a possibilidade de falência ovárica prematura. Em segundo lugar, na ovulação clínica, mas é a ovulação esparsa, esta situação na clínica muitas vezes levam à infertilidade, recomenda-se saber se é síndrome do ovário policístico causado. Podem ser feitas análises ao sangue para saber se os androgénios são anormais e pode ser feita uma ecografia para saber se existem alterações policísticas nos ovários bilateralmente. Se os androgénios forem elevados, os androgénios devem ser reduzidos primeiro e, em seguida, deve ser administrado um tratamento de estimulação da ovulação.