A aplicação combinada de claritromicina e metronidazol é geralmente utilizada para tratar doenças infecciosas. O método específico de medicação e a dosagem devem ser seleccionados sob a orientação de um médico.
A claritromicina é utilizada principalmente para o tratamento de infecções do trato respiratório superior, infecções do trato respiratório inferior, infecções da pele e dos tecidos moles causadas por agentes patogénicos sensíveis. As pessoas alérgicas à claritromicina estão proibidas de a utilizar e deve prestar-se atenção à hepatotoxicidade e à nefrotoxicidade durante a utilização da claritromicina. Além disso, podem ocorrer reacções adversas como náuseas, tonturas, dores de cabeça, ansiedade e até confusão com a claritromicina.
O metronidazol é frequentemente utilizado para tratar doenças como gengivite, periodontite, úlceras na boca, endocardite infecciosa e abcessos pulmonares. O metronidazol é metabolizado pelo fígado, pelo que deve ser utilizado com precaução em pessoas com insuficiência hepática e deve ter-se o cuidado de não beber álcool enquanto se toma o medicamento. Além disso, o metronidazol pode causar infeção por Candida albicans, neurite periférica e alterações sanguíneas.
A clindamicina e o metronidazol são dois medicamentos com reacções adversas, e a utilização combinada de ambos pode agravar as reacções adversas, pelo que se deve utilizar o medicamento sob a orientação de um médico e não de forma cega, por automedicação.