A perda de peso exige um controlo adequado da ingestão de alimentos ricos em gordura e açúcar, mas uma dieta excessiva pode causar desnutrição, perturbações endócrinas, diminuição da imunidade e alterações psicológicas e emocionais. Uma dieta excessiva leva a uma ingestão insuficiente de nutrientes, que pode resultar numa diminuição da massa muscular, numa hipoglicemia que provoca um fornecimento insuficiente de calorias ao cérebro, aos nervos e a outros órgãos importantes, e numa ingestão insuficiente de vitaminas, que também afecta o funcionamento normal dos órgãos. A alimentação excessiva pode provocar perturbações endócrinas: devido à insuficiência de nutrientes, pode provocar uma diminuição da função das glândulas endócrinas e uma insuficiência de matérias-primas para a síntese hormonal, o que pode resultar numa síntese insuficiente de cortisol, numa diminuição da função da glândula tiroide e em perturbações da secreção das hormonas sexuais, podendo também manifestar-se sob a forma de uma diminuição da libido nos homens e de perturbações da menstruação nas mulheres. A dieta excessiva pode provocar uma diminuição da imunidade e os doentes ficam propensos a infecções no trato respiratório, no trato digestivo e noutras partes do corpo. A dieta excessiva pode também afetar o estado psicológico, resultando em depressão, ansiedade e outras alterações emocionais. Em conclusão, as pessoas obesas precisam de controlar adequadamente a ingestão de alimentos altamente calóricos, mas fazer dieta excessiva não é uma forma saudável de perder peso.