O principal fator que contribui para o restabelecimento da função ovárica é o estrogénio e a progesterona, que são habitualmente utilizados na prática clínica, como os comprimidos de valerato de estradiol e a didrogesterona.
O ovário é o principal órgão que segrega as hormonas sexuais femininas. Os ovários podem segregar estrogénio, progesterona e androgénios, sendo a sua secreção regulada pelo eixo hipotálamo-hipófise-ovário e pela regulação local positiva e negativa da retroalimentação do estrogénio, da progesterona e dos androgénios.
Doenças imunológicas e factores genéticos podem levar à hipoplasia ovárica ou mesmo à falência ovárica prematura. Nessa altura, para restabelecer a função ovárica, pode proceder-se à suplementação com estrogénios e progesterona. Os estrogénios habitualmente utilizados incluem o valerato de estradiol, etc. Os progestagénios habitualmente utilizados incluem a didrogesterona e a progesterona, etc. Clinicamente, existem preparações compostas de estrogénio-progestagénio, como os comprimidos de estradiol/estradiol-didrogesterona.
Em caso de anomalias da função ovárica, recomenda-se a consulta atempada de um médico, a realização dos exames pertinentes, o esclarecimento da causa da doença sob a orientação de um médico profissional e o tratamento específico. Os medicamentos específicos devem ser administrados sob a orientação de um médico.