Existe um intervalo de três anos entre as gastroenteroscopias, durante o qual existe a possibilidade de crescimento de pólipos, especialmente em doentes com antecedentes de pólipos gastrointestinais. A formação de um pólipo específico deve ser objeto de hospitalização e de uma gastroenteroscopia perfeita para o esclarecer.
Os pólipos gastrointestinais são as lesões elevadas da superfície da mucosa gastrointestinal, a formação do período de tempo não é certa, mas a gastroenteroscopia anterior sugere que existem pólipos gástricos, pólipos intestinais, embora tenham de ser ressecção de pólipos gastrointestinais, o acompanhamento ainda precisa de rever a gastroenteroscopia para compreender se há uma recorrência.
Os especialistas nacionais sugerem que 1 a 10 pólipos, pólipos hiperplásicos patológicos ou adenoma tubular patológico, coriocarcinoma e outro grupo de risco baixo a médio, precisam de 1 a 3 na colonoscopia de reavaliação para compreender a recorrência de alterações malignas, como a recorrência ou alterações malignas a tempo de tratar. 10 ou mais pólipos do grupo de alto risco, precisam de ser reavaliados em 6 meses para compreender a recorrência da situação e a deterioração da colonoscopia.
Para os pacientes sem pólipos gastrointestinais no passado, se houver obesidade, tabagismo, história familiar de pólipos gastrointestinais e outros factores de alto risco, no prazo de três anos, também pode haver um longo pólipo gastrointestinal.
Lembrete: a vida quotidiana precisa de prestar atenção ao estilo de vida, deixar de fumar, evitar uma dieta rica em óleos e gorduras, tal como a história familiar de pólipos gastrointestinais precisa de uma gastroenteroscopia regular.