A hérnia discal lombar não é o mesmo que o crescimento ósseo lombar. A hérnia discal lombar deve-se à degenerescência do disco lombar, à rutura parcial ou total do anel fibroso, à projeção do núcleo pulposo para estimular ou comprimir a raiz nervosa, à cauda equina causada pela síndrome. As principais manifestações são dor lombar, ciática, dormência dos membros inferiores e outros sintomas. O esforço a longo prazo, a má postura, como o trabalho inclinado a longo prazo, o trabalho sentado a longo prazo e outros maus hábitos de vida podem induzir esta doença. A hiperplasia óssea lombar refere-se à tensão muscular repetida a longo prazo causada pelo desgaste local, destruição que leva a alterações na cartilagem articular, aumento da densidade óssea ou osteoporose na borda das vértebras, na borda das articulações ou nas superfícies articulares. O exame histológico não apresenta quaisquer alterações patológicas, também conhecidas como osteoartrite, artrite proliferativa. As principais manifestações são o incómodo de endireitar a cintura e a inflexibilidade na elevação das pernas. A hérnia discal lombar e a hiperplasia óssea lombar podem ser diferenciadas e diagnosticadas por imagem. A hérnia discal lombar aparece como uma imagem de baixa densidade de um disco arqueado para baixo, manifestando-se por vezes como um sinal de bolha. A imagem da hiperplasia óssea lombar mostra o aparecimento de esporões ósseos e flora óssea à volta das vértebras, espaço articular estreito e deformação do corpo vertebral. Trata-se de duas doenças que devem ser claramente diagnosticadas antes de um tratamento normalizado.