A inflamação das amígdalas pode ser muito dolorosa e pode levar a sintomas como dificuldade de engolir, náuseas, vómitos e febre. Mas a remoção das amígdalas também pode ter um impacto significativo sobre o corpo. A inflamação da amígdala é geralmente classificada como aguda ou crónica na prática clínica. Os pacientes com ataques recorrentes e prolongados de amigdalite são propensos a doenças tais como nefrite, doenças do vento e do coração e artrite, pelo que se recomenda a amigdalectomia. A amigdalectomia é normalmente realizada removendo a amígdala inteira. Contudo, a amígdala é o órgão imunitário do corpo e é fácil para os pacientes apanharem constipações e doenças após a amigdalectomia, pelo que os pacientes com idades compreendidas entre os 3 e os 10 anos devem considerar cuidadosamente e ter as suas amígdalas removidas de acordo com a recomendação do médico. A amigdalectomia não pode ser realizada em todos os pacientes com amígdalas inflamadas, tais como aqueles com amigdalite crónica, ou aqueles cujas amígdalas estão excessivamente aumentadas e interferem com a deglutição normal. A amigdalectomia é normalmente realizada com um spray anestésico na boca e é um procedimento muito curto e indolor. Os cuidados após a cirurgia das amígdalas também são muito importantes. Recomenda-se uma dieta leve com alimentos frios, uma vez que promove a vasoconstrição e previne hemorragias pós-operatórias.