A rinite hipertrófica é grave?

A rinite hipertrófica (deve ser rinite hipertrófica crónica) não costuma provocar doenças potencialmente fatais e não é uma doença grave. No entanto, quando a doença é grave, pode ser seguida de dacriocistite, conjuntivite, ou provocar dores de cabeça, tonturas, insónias e depressão mental, o que afectará seriamente a vida do doente. A rinite hipertrófica crónica deve-se geralmente à estimulação inflamatória, resultando em hiperplasia e hipertrofia limitada ou difusa da mucosa, da submucosa e até do osso. A hipertrofia ocorre principalmente no corneto inferior e no corneto médio. Quando a hipertrofia é do corneto inferior, pode levar à compressão da trompa de Eustáquio pela extremidade posterior do corneto inferior, resultando em zumbido e perda auditiva; a extremidade anterior pode bloquear a abertura do ducto nasolacrimal, resultando em extravasamento de lágrimas, seguido de dacriocistite e conjuntivite. Quando o corneto médio está hipertrofiado, pode comprimir o septo nasal, causando nevralgia do trigémeo, cefaleias, tonturas, insónias e depressão mental. Os doentes com congestão nasal apresentam respiração de boca aberta ou irritação da secreção nasal causada por faringolaringite crónica. Alguns doentes com rinite hipertrófica crónica induzem a síndrome de apneia obstrutiva do sono, que pode causar arritmia cardíaca e riscos de vida, pelo que essas doenças devem procurar ativamente tratamento médico, diagnóstico e tratamento normalizados. Embora a rinite hipertrófica crónica não ponha em risco a vida na maioria dos casos, pode afetar a qualidade de vida. Se sofre de rinite hipertrófica crónica, recomenda-se que consulte um médico atempadamente e siga as instruções do médico para um tratamento razoável, de modo a não prolongar a doença e a deteriorar a qualidade de vida.