Quando se tem relações sexuais no final da gravidez, o orgasmo estimula o útero, provocando contracções uterinas, espasmos e cólicas. Esta situação não tem um impacto direto no bebé, mas se as contracções uterinas forem demasiado fortes, podem provocar contracções verdadeiras, resultando na possibilidade de parto prematuro. Para evitar um trabalho de parto prematuro, é preferível não ter relações sexuais ou orgasmos no final da gravidez, uma vez que, se tiver relações sexuais no final da gravidez, o útero tenderá a ser estimulado, o que levará à rutura prematura do saco amniótico e à saída do líquido amniótico. Como no final da gravidez o feto já desceu para a pélvis, nesta altura o orifício cervical está num estado de micro-dilatação, o canal cervical torna-se mais curto, se a ação for demasiado brusca, é fácil levar à rutura do saco amniótico, o que afectará o feto na cavidade uterina, levando a uma infeção intra-uterina.