Positivo e negativo para novos tipos de pneumonia, ou seja, testes de ácido nucleico. Se for detectado um teste de ácido nucleico positivo na fase inicial de rastreio, este sugere uma possível infeção e confirma o diagnóstico com base num teste de ácido nucleico positivo. Se houver uma história epidemiológica, sintomas clínicos e um teste de ácido nucleico positivo, o diagnóstico de infeção pode ser confirmado. Se o teste for negativo, não se pode excluir a ausência de infeção. Os testes falso-negativos são possíveis devido à sensibilidade dos reagentes e à exatidão da amostra colhida. Para os casos suspeitos, existe uma história epidemiológica, apoiada por sintomas clínicos e, se um teste negativo não puder ser excluído, são necessários pelo menos dois testes negativos, e os dois testes devem ter um intervalo de 24 horas para serem excluídos. O teste de anticorpos foi adicionado ao novo protocolo, exigindo que os casos suspeitos tenham mais de 7 dias e que os anticorpos negativos de ácido nucleico sejam negativos antes de poderem ser excluídos. Os testes de ácido nucleico positivos e negativos são utilizados para diferenciar as pessoas a quem foi diagnosticada a infeção. Se o teste de ácido nucleico passar de positivo a negativo, significa que a quantidade de vírus no organismo diminuiu. Um caso confirmado que melhore após o tratamento e tenha dois testes negativos terá alta do hospital. Nalgumas áreas, recomenda-se a realização de um teste de ácido nucleico na expetoração e de um teste de ácido nucleico nas fezes, ambos negativos, para provar que o doente não é infecioso e pode ter alta do hospital. Fonte: Dr. Yurai