A infiltração de 1,2 cm de cancro do colo do útero pertence à fase IBI do estadiamento clínico, que é a fase inicial da doença e não é grave quando comparada com a fase média e tardia. O tratamento precoce tem um melhor prognóstico e uma taxa de mortalidade mais baixa, mas os doentes devem continuar a cooperar ativamente com os médicos para o tratamento, de modo a não atrasar a doença. O cancro do colo do útero é um tumor maligno que ocorre no colo do útero, que é o tumor maligno mais comum no aparelho reprodutor feminino, e a infeção persistente por HPV de alto risco é o principal fator patogénico. O cancro do colo do útero pode ser dividido em estádios I-IV, dos quais o estádio IB1 se refere aos focos de cancro confinados ao colo do útero, com profundidade de infiltração ≥5mm e diâmetro máximo <2cm. Para as doentes com estádio IB1, existem duas modalidades de tratamento: (1) para preservar a fertilidade: ressecção cervical ampla transabdominal, vaginal, laparoscópica + dissecção dos gânglios linfáticos pélvicos; (2) para não preservar a fertilidade: histerectomia total extensa ou sub-extensiva + dissecção dos gânglios linfáticos pélvicos. A radioterapia pós-operatória é recomendada se existir algum dos “factores de alto risco”. O cancro do colo do útero é um tumor maligno do aparelho reprodutor, que deve ser tratado o mais cedo possível, devendo ser examinado e avaliado de forma exaustiva no hospital, sendo também necessária uma revisão regular após a operação, a fim de obter um melhor prognóstico.