A vitrectomia é um tratamento eficaz para a retinopatia diabética proliferativa e a maioria dos pacientes são capazes de estabilizar a sua visão como resultado. No entanto, a hemorragia neovascular intra-operatória é uma complicação inevitável do procedimento, afectando gravemente o campo visual, prolongando a operação e até predispondo a complicações cirúrgicas graves. O tratamento anti-VEGF (factor de crescimento neovascular) com vitrectomia pode reduzir a neovascularização da retina, reduzir o sangramento intra-operatório, encurtar o tempo de operação e melhorar o prognóstico da operação. No entanto, o momento da cirurgia após a injecção de drogas é também importante. Após o tratamento anti-VEGF, a concentração de VEGF na cavidade vítrea diminui e a concentração de CTGF (Connective Tissue Growth Factor) aumenta relativamente, e a proliferação de fibras começa a ser activa enquanto a neovascularização encolhe. Com o tempo, a fibroproliferação tornar-se-á mais severa, tornando a cirurgia mais difícil. Portanto, é melhor operar o mais cedo possível após o tratamento anti-VEGF, sendo 3 a 10 dias o melhor período.